Lembra como era a vida antes do iPhone? Quando era necessário imprimir mapas nas viagens com as rotas? E que para curtir um vídeo do YouTube era preciso ligar o notebook ou desktop? Muitos de nós já crescemos “dependentes” de dispositivos de mão. É o que comprova uma pesquisa realizada pela Universidade de Stanford (EUA) com 200 estudantes norte-americanos.
Em uma escala de um a cinco, na qual cinco significa muito viciado e um descreve alguém sem a menor dependência, eles foram convidados a manifestar seu nível de envolvimento com o iPhone, o celular da Apple. O resultado: 10% cravaram o número cinco, 34% apontaram o quatro (que representa uma dependência alta), 32% disseram que “não eram completamente viciados” e apenas 6% afirmaram que não eram nem um pouco dependentes.

iPhone: você é um viciado?
Mais números: 85% dos entrevistados usam o celular também como relógio e 89% transformaram o aparelho em seu despertador. Para completar, 69% afirmam que é mais fácil esquecer a carteira do que o iPhone. E há uma galera bem radical: quase 10% afirmam que não deixam outras pessoas tocarem em seu celular, enquanto 3% deram um nome ao iPhone… E você, se considera um viciado em iPhone?
Fonte: Site MacWorld
